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COMDEUS | Comunidade Maria Mãe de Deus
 
Reflexão 26º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2016
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Nosso Senhor nos convida a refletirmos sobre os caminhos aos quais dirigimos nossa vida, afinal estamos plantando o quê? E o que queremos colher? Todos os dias as pessoas buscam possuir mais, ganhar mais dinheiro, fazer fortuna, buscar lucros exuberantes e em tudo o que fazem levar vantagem para ter mais riquezas. Mas isso vai impulsionar a uma eternidade feliz? Vejamos o caso da parábola: Vejamos que Jesus sempre ensina com as parábolas e nelas está contido todo ensinamento querido por Ele. É certo que uns se aprofundam mais, outros ficam na periferia do ensinamento, mas é dada toda a possibilidade de conhecer os mistérios divinos pelas parábolas.

A trama passa entre um pobre Lázaro feridento, mas que tem nome e o rico opulento, que não tem nome. Abraão disse ao rico: “Filho, lembra-te que tu recebeste teus bens durante a vida”, pois bem, é próprio para o rico ir para o inferno? Certamente que não, mas os ricos têm que entender sua missão. Se Deus os fez ricos foi para que com a riqueza pudessem implantar o Reino de Deus na condução de uma sociedade justa e fraterna. Primeira verdade.

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Reflexão 25º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2016
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Temos diante de nós uma parábola de difícil interpretação. Mas vamos buscar o sentido em que Jesus quer nos instruir neste final de semana em nossa liturgia. Vejamos: esta é uma parábola de contraste, é como ver o negativo de uma fotografia onde o que é preto se trona branco e o que é branco se torna preto. Assim temos outras parábolas deste tipo, em que a moral da estória é o inverso do que se fala – Lc 18, 1-8, o juiz cínico é figura, por contraste, do Senhor Deus; Lc 11, 5-8, o amigo comodista é símbolo do próprio Deus; Lc 11, 11-13, o pai da terra, deficiente como é, simboliza o Pai do Céu que é perfeito.

Nesta parábola vemos um administrador desonesto que a princípio gastava o dinheiro de seu patrão em uma vida fútil, leviana, vivendo um hedonismo sem nenhuma preocupação com seu próprio futuro. Nota-se, a partir de um costume da palestina, que o administrador roubava seu patrão superfaturando os clientes e não retirando dos bens do patrão e também não era costume de ter uma contabilidade séria sobre as negociações ao que para o administrador ficava muito fácil conduzir as coisas segundo sua vontade. Por isso que o patrão diz: “Que é isto que ouço a teu respeito?”. Ele leva um susto. Quando o administrador se vê no risco de ficar desempregado age com habilidade reduzindo a divida dos clientes, na verdade esta retirando o “superfaturamento” para que ele tenha a onde se apoiar ao perder seu emprego.

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