COMDEUS | Comunidade Maria Mãe de Deus
 
27º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2016
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Nossa reflexão de hoje passa pelo dom da Fé e o servir ao Senhor. Quando vemos o Profeta Habacuc chorando a Deus a falta de justiça no meio de sua gente, a resposta de Deus é clara: “se demorar, espera”, mas o “justo viverá pela fé”. A fé é a base de nossa vida religiosa e nossa comunhão com Deus passa por ela. Sem a fé não cremos em nada, nem em nossa existência. Assim, temos vários tipos de fé, mas a que nos leva a nos relacionar com Deus e a fé teologal, que é um dom dado por Deus para podermos transcender de nossa realidade imanente. Assim, sempre devemos orar como os Apóstolos: “Aumenta a nossa fé!”.

A fé teologal não é crer que Deus existe, pois isto o demônio também crê. Essa fé é uma adesão radical a Deus, que se vive na certeza de tudo o que Deus é, o que Ele faz e que tudo vem d’Ele e tudo volta a Ele. Pela fé cremos em tudo o que Ele revelou e vivemos plenamente em seu poder. A Fé é uma potência, vindo de Deus, que tudo pode e nada é impossível àquele que crê. Assim temos que refletir mais sobre a nossa fé para termos mais consciência de até onde ela pode nos levar na comunhão com Deus e buscarmos uma maturidade no exercício cotidiano de nossa relação com Ele.

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Reflexão 26º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2016
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Nosso Senhor nos convida a refletirmos sobre os caminhos aos quais dirigimos nossa vida, afinal estamos plantando o quê? E o que queremos colher? Todos os dias as pessoas buscam possuir mais, ganhar mais dinheiro, fazer fortuna, buscar lucros exuberantes e em tudo o que fazem levar vantagem para ter mais riquezas. Mas isso vai impulsionar a uma eternidade feliz? Vejamos o caso da parábola: Vejamos que Jesus sempre ensina com as parábolas e nelas está contido todo ensinamento querido por Ele. É certo que uns se aprofundam mais, outros ficam na periferia do ensinamento, mas é dada toda a possibilidade de conhecer os mistérios divinos pelas parábolas.

A trama passa entre um pobre Lázaro feridento, mas que tem nome e o rico opulento, que não tem nome. Abraão disse ao rico: “Filho, lembra-te que tu recebeste teus bens durante a vida”, pois bem, é próprio para o rico ir para o inferno? Certamente que não, mas os ricos têm que entender sua missão. Se Deus os fez ricos foi para que com a riqueza pudessem implantar o Reino de Deus na condução de uma sociedade justa e fraterna. Primeira verdade.

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